Alvorada Campesina
É A alvorada do dia, que a badalada do sino, determina
É Uma chacoalhada na noite, que termina
O berro do gado, igual a uma gaita Catarina
O estridente grito, de um quero-quero, no alto da campina
Um copo de café, junto um pedaço de pão, com um pouco de margarina
A geada quebrando, com os passos de uma botina
Coração quente, igual à de uma menina
O sol dormente, com seus raios ilumina
A dona de casa abriu, a cortina
A vassoura é sua amiga, na hora da faxina
O trator ara a terra, como o lavrador determina
Assim a labuta começa, nessa rotina
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