gMateando
rAlvorada no coração ceciliense
É o sangue verde , que sai do purungo queimado
Ecoa na coxilha , quando a chaleira derrama a água fervente
O mate fazendo dupla com a cordeona
Uma salva de tiros na saudade da alma cabortera
Pealo na bomba de um quente chimarrão
O amargo que aquece as palavras do vaqueano
É o carinho de uma prenda, num surungo boenacho
A Companhia fiel de um solitário vivente
O gosto da querência no peito aragano
Quando o fim chegar, o gaudério irá pedir à Deus , matear pela última vez, neste pago catarinense
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