Série “Guerra do Contestado – Cem anos de luta de um povo”. Parte VII
João Maria de Jesus
Veio do Oriente, o monge cristão.
Jesuíta por devoção ao mestre do amor
Tinha Barba cerrada, igual às matas,da vastidão verde da serra
Semelhante à pinhões de araucárias,
as palavras saíam de sua boca, para alimentar as almas desamparadas.
chão de terra, era sua cama e o céu o seu teto para passar suas noites
humilde, semelhante aos irmãos sertanejos.
a simplicidade de suas vestimentas contrastavam com a riqueza do seu espírito elevado
tinha o olhar intenso e profundo, um semblante de alguém dotado de um brilho divino.
O anjo andante, que aliviou a dor de muita gente, com suas rezas, infusões de ervas e com conselhos espirituais.
Plantou a semente da liberdade, aos filhos de Deus.
Num raio de luz, ,quando meditava no Morro do Taió, retornou ao céu eterno.
São João Maria de Jesus ou Atanás Marcaf, proveniente da Turquia, foi o segundo dos três monges. Perambulou pelo interior da região sul do Brasil, no final do século 19 e início do século 20, por sua semelhança com o primeiro monge João Maria, seus seguidores pensavam ser este a mesma pessoa, que teria reaparecido, para eles.
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