Certificado do Concurso de Poesias do Centenário da Guerra do Contestado 2013 Onde fui selecionado.

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sábado, 5 de outubro de 2013

"O Vaqueano Carrasco", poesia.

Série “Guerra do Contestado – Cem Anos de luta de um povo”. Parte XLI.




O Vaqueano Carrasco



Tinha a alcunha de Pedro Ruivo, o algoz carniceiro.



O verdadeiro jagunço, o flagelo dos miseráveis.



Homem maligno com cabeça de animal peçonhento.



Na sua rapinagem agia igual a Uma harpia estraçalhando sua presa.



Nadou em sangue, o verdugo do planalto meridional.



Corria sua adaga no pescoço de muitos sertanejos.



Tinha carta branca, para cometer os latrocínios de todo o tipo.



O bandido das mil mortes.



Assassinava por puro prazer e depois pilhava os pertences da vítima impunemente.



Os tribunais sempre faziam vistas grossas para as suas atrocidades, dizendo ser em nome da lei que ele agia dessa forma.



Como prêmio a seu “heroísmo”, foi morar na cidade da Lapa, Paraná, Onde passou o resto de sua vida, sendo um rico fazendeiro.





“O povo que não cultua sua história, nunca vai ter importância alguma”.

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