Terra Adorada
Generoso pedaço de mundo, a Santa e bela Serra Catarina
Uma música perfeita, feita pela mão divina
A corrente enfeitiçada, que prende muitos corações à ela
É o jeito meigo desta noviça donzela
A fonte de água cristalina, que embriaga este poeta
Com suas exuberantes paisagens, uma formosura completa
A fantástica cultura nos concede prazer a vida inteira
Tem o verde de seus campos, no mate quente, é à Cor da esperança que traz na sua bandeira
Seus filhos já pegaram em armas, prosseguem lutando, para que continuem domos deste solo sagrado
Somos orgulhosos, por fazermos parte deste valoroso estado
O pardal, no outono, a gralha azul, no inverno, a andorinha na primavera e a sabiá no verão
São os artistas que aqui se exibem, em cada estação
Oferece rede repleta de oportunidades, para aquele que derrama seu suor de trabalho honesto
Por aqui respeitar a vida é um belo gesto
na forma és pequena, mas na luta se agiganta
Santa Cecília, terra adorada, a terra santa
Certificado do Concurso de Poesias do Centenário da Guerra do Contestado 2013 Onde fui selecionado.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Sinchando o Peito
A lembrança me traz, à música do Teixeirinha, pois meu coração está de luto
sopra o vento minuano, cortando os caninhos de meu mundo
é o profundo poço do escuro absoluto
atando minhas mãos, me deixando um borra botas, um vagabundo
grito como um pirupá, mas ninguém me escuta
o mate é salgado, deixa minha boca sedenta de carinhos
a vida me deu um tombo, na lida bruta
rasgando meu coração nesse monte de espinhos
a solidão me afronta, dando gargalhadas de meu fracasso
o pasto é pequeno para matar minha fome
que o brilho do sol importa, se os olhos estão fechados
sem sentir o sabor e nem saber o que se come
a cidade fica distante de mim, mesmo estando dentro dela
o silêncio é meu confidente de todas as horas, conhece o meu coração e minha alma
o baixeiro encobre todos os meus sonhos, tornando minha vontade de viver, banguela
busco desesperadamente, uma palavra certa e paciência que me acalma
não quero acordar neste pesadelo agourento
de passar as horas, desfiando o tento
carregando dor, agonia e sofrimento
escutar o canto fúnebre da sundaria anunciando aos quatro ventos
– Pirupá, foi um homem que viveu em Santa Cecília, tempos atrás, era alcólatra,diziam que tinha feito parte do Exército Brasileiro,na segunda guerra mundial ,ficando demente por causa disso. Ele dava gritos tremendos por onde passava.
A lembrança me traz, à música do Teixeirinha, pois meu coração está de luto
sopra o vento minuano, cortando os caninhos de meu mundo
é o profundo poço do escuro absoluto
atando minhas mãos, me deixando um borra botas, um vagabundo
grito como um pirupá, mas ninguém me escuta
o mate é salgado, deixa minha boca sedenta de carinhos
a vida me deu um tombo, na lida bruta
rasgando meu coração nesse monte de espinhos
a solidão me afronta, dando gargalhadas de meu fracasso
o pasto é pequeno para matar minha fome
que o brilho do sol importa, se os olhos estão fechados
sem sentir o sabor e nem saber o que se come
a cidade fica distante de mim, mesmo estando dentro dela
o silêncio é meu confidente de todas as horas, conhece o meu coração e minha alma
o baixeiro encobre todos os meus sonhos, tornando minha vontade de viver, banguela
busco desesperadamente, uma palavra certa e paciência que me acalma
não quero acordar neste pesadelo agourento
de passar as horas, desfiando o tento
carregando dor, agonia e sofrimento
escutar o canto fúnebre da sundaria anunciando aos quatro ventos
– Pirupá, foi um homem que viveu em Santa Cecília, tempos atrás, era alcólatra,diziam que tinha feito parte do Exército Brasileiro,na segunda guerra mundial ,ficando demente por causa disso. Ele dava gritos tremendos por onde passava.
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